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quarta-feira, 20 de fevereiro de 2019

Inadimplência abocanha PIB nacional

Inadimpência abocanha PIB nacional
Mais de 60% do PIB (Produto Interno Bruto) do Brasil estão atrelados ao crédito e a cobrança; Iniciamos 2019 com mais de 62 milhões de brasileiros inadimplentes.

Segundo o Serasa, a inadimplência atingiu 61,5 milhões de pessoas em agosto de 2018. São 61,5 milhões de CPFs que não tem mais acesso à compra de crédito, somente a vista ou em nome de terceiros, o que é um perigo maior ainda para o setor de crédito e cobrança.

“As empresas vendem, mas não recebem o pagamento, ou recebem parte dele. Estamos falando de R$274 bilhões de reais que não voltaram para as empresas que cederam crédito, até agosto de 2018. Com isso, uma força da economia não está sendo devidamente explorada”. Quem explica esse contexto é Paulo Roberto Alcântara - Diretor de Negócios na AADVANCE Recuperação de Ativos, que participou do 1º CONACOB (Congresso Online Nacional de Crédito e Cobrança), em outubro de 2018. 


Tempo


O sucesso para resolver a inadimplência é diretamente proporcional ao tempo que as empresas levam para tomar uma atitude, quanto mais cedo, maior resultado, quanto mais tarde pior ou zero resultado. “Todo resultado da cobrança é resolvido no crédito. Um crédito mal concedido tem uma inadimplência absurda e uma recuperação pior ainda”, segundo Alcântara.

Algumas etapas e procedimentos podem colaborar com um funcionamento saudável das entradas e saídas de uma empresa:  

    • Cadastro bem feito, indicando inclusive o endividamento dos clientes naquele momento da venda; 
    • Gestão online dos indicadores de inadimplência, contato diário e frequente com os números da empresa gera respostas mais rápidas da equipe; 
    • Planejamento para tomada de decisão e estratégia de ação, isso pode ser construído por meio de uma  “régua de cobrança” definida, antecipação de ações que a empresa pode realizar para reaver seus valores. Saiba mais sobre régua de cobrança aqui.  


Custo


Para que todo o planejado no quesito Tempo aconteça existe um custo que é gerado. Uma pergunta que a empresa e seus líderes tem que fazer a si mesmos é “quanto custa para você trazer seu dinheiro de volta?”. Essa resposta vai definir que caminho seguir, pois, ou você investe em equipe e capacitação para criar um setor de cobrança efetivo, ou você delega essa tarefa e investe em empresas capacitadas para isso. 

Se a escolha da sua empresa for por montar uma equipe, ela deve possuir: gerência que conhece  a área, supervisores e operadores de cobrança. Isso eleva custos por conta da contratação de pessoa especializada. Além do capital humano, existe um capital tecnológico a ser adquirido. São necessários softwares para administrar essa atividade a contento e especialistas que adaptem a solução “de prateleira” para realidade da empresa. 

Dependendo do  porte e da disposição da empresa, é possível sim construir um setor de cobrança que caminhe em paralelo com a atividade principal dela. Mas, caso não seja este o seu caso, confira a seguir a perna “terceirização” citada por Alcântara.


Terceirização


Se cobrar não for a atividade principal da empresa, partimos para o terceiro pé que é o delegar essa tarefa para companhias dedicadas à atividade. “As empresas que oferecem serviço de cobrança para outras são especialistas no assunto, conseguem diminuir custos pois trabalham com a quantidade”, explica Alcântara. 

O especialista também alerta que algumas empresas mantêm tempo demais esse gasto “dentro de casa”, acabando por perder dinheiro duas vezes, com a inadimplência dos clientes e com equipe de cobrança interna que não tem a mesma eficácia do que alguém especializado na atividade. 

Um diferencial das empresas terceirizadas é a constância e o parâmetro ao desempenhar a atividade. Existem rotinas e ferramentas que são sistematicamente utilizadas por elas, o que profissionaliza a cobrança e torna a relação mais profissional inclusive com o cliente inadimplente. É um mito achar que todos os clientes que receberem ligações de cobrança ficaram nervosos e irritados, eles podem simplesmente ficar alertas para quitar sua dívida. 


Veja abaixo alguns comentários de quem participou do CONACOB:

"Maravilhoso!! Propósito de ajudar, recuperar, é realmente o que busco que minha equipe faça. Gratidão". Daiane Lúcia Boschetto

"Parabéns pela explanação clara e objetiva sobre a nova plataforma de cobrança". 
Antonio Glup

"Muito Obrigada, por seu esclarecimento, algumas coisas não sabia e contribuiu para meu crescimento profissional. Parabéns e Sucesso!" Gabriela Gama

"Muito boa as dicas. Em vários cursos que fiz, é a primeira vez que ouço a dica do sorriso no rosto ao falar". Elidiani Cristina Moreira


Até a próxima!


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