Facebook Google

quarta-feira, 15 de janeiro de 2020

Indicadores de desempenho de cobrança

Indicadores de desempenho de cobrança
By Equipe CEDRUS - 15/01/2020

A vida moderna é baseada em índices, gradações e medições. Medimos temperatura, distâncias, gastos, etc. Muitas vezes é a combinação do resultado destes índices que traz as informações mais importantes. Por exemplo, um carro em movimento. Em seu painel conseguimos ver alguns indicadores de seu desempenho, como a velocidade, as rotações do motor, o consumo de combustível e quilometragem percorrida. Neste mesmo painel é possível ser avisado caso algo não esteja muito bem, como o nível do óleo, portas abertas ou alguma outra funcionalidade não muito certa. Imagine como esses índices são importantes para que o carro se mova em segurança, imagine o quanto é importante que o motorista saiba observar e interpretar esses gráficos e números para tomar a decisão de seguir viagem ou parar num mecânico.

Assim é com um setor de cobrança em empresas. Quando um dos parâmetros da operação de cobrança não está funcionando corretamente, indicadores pré-determinados devem “avisar” gestores e equipes para que uma nova rota seja traçada. Antes a Cobrança era mais um setor nas empresas, um gasto que nascia do não pagamento de seus clientes, atualmente, esta é uma área estratégica que além de reaver valores não pagos pode conhecer também o perfil dos clientes, devido ao seu alto nível de especialização e possibilidade de identificar gargalos em toda a cadeia produtiva e de entrega de produtos e serviços. 

Hoje vamos falar sobre quais índices podem fortalecer este importante setor da economia e como você pode incorporá-los em sua operação de cobrança.


NIA - Nível de Inadimplência Aceitável


Falamos mais detalhadamente sobre a inadimplência aceitável e como calcular o II (Índice de Inadimplência da sua empresa aqui). Mas, basicamente, trata-se de uma meta mínima e máxima, definida internamente e de acordo com as características e necessidades da empresa para que se saiba o quanto de inadimplência compromete ou não a operação da empresa como um todo. Após achar esse número, que pode ser um mínimo aceitável ou um máximo suportável, deve-se optar por qual periodicidade ele deve ser observado e quais são as ações a serem tomadas quando o índice crescer.


CPC - Contato com o Próprio Cliente


Às vezes pode soar engraçado, mas muitas ligações feitas por equipes de cobrança simplesmente não conseguem falar com o real dono da dívida, em caso de pessoa física, ou com a pessoal responsável pela tomada de decisão de pagamento, em caso de pessoa jurídica. Por isso,  nesse indicador é importante saber quantas ligações são efetivas, se tem impacto na conversão dessa dívida em títulos pagos, no quanto a equipe está treinada para melhor abordagem e se a empresa precisa investir numa reforma cadastral, num programa de enriquecimento de dados e em atualização do mailing.


TML - Tempo Médio de Ligações


Além de envolver custos de hora/funcionário(a) o tempo médio de ligação impacta no monitoramento desse indicador e impacta diretamente no custo de telefonia da operação de cobrança. Neste indicador deve-se fazer uma diferenciação entre ligações para clientes pessoa física e para clientes pessoas jurídica, isso porque a estratégia de contato e negociação muda, assim como o tempo de ligação. Ligações para pessoas físicas com menos tempo de atraso e dívidas menores, tende a levar menos tempo que aquelas para mais atrasadas, pois o operador precisa ficar lembrando o cliente da dívida; Já quando uma empresa cobra outra empresa, normalmente os valores são maiores, então a negociação é mais complexa. É necessário um operador bem treinado para isso. Investir no treinamento é mais rentável para a operação pois economiza-se em tempo de ligação.


QA - Quebra de Acordos

A quebra de acordo acontece  quando o cliente se compromete com o operador de cobrança a fazer o pagamento e acaba não cumprindo essa promessa. Cabe à equipe verificar por que motivo o cliente não pagou novamente: esquecimento, boleto extraviado, imprevisto ou falha de comunicação. Ele prometeu mesmo? Quando? Em que condições? Quem o abordou? Essas informações vem de relatórios e de um novo contato com este cliente, se necessário. Vale também entender como o operador pode ser mais assertivo para que o cliente realmente honre o acordo efetuado.


Geração de receitas x custo de operação


Por fim, mas não menos importante, cabe saber o quanto de receita se arrecada após todo o custo de uma operação de cobrança. Este monitoramento precisa ser diário, este setor precisa gerar receita suficiente para pagar os custos e ainda trazer lucro para a empresa, seja ele interno na empresa de qualquer atividade, ou mesmo, empresas especializadas em cobrança. Este indicador está ligado diretamente aos demais, pois se tivermos um TML alto demais, uma grande quebra de acordos e um baixo CPC com certeza a receita não será suficiente para pagamento dos custos operacionais.


Razões da Inadimplência


Este não é exatamente um indicador, mas um trunfo, um super poder desta área super estratégica que podem passar despercebido pelas pessoas no dia a dia. Os setores de cobrança ao entrar em contato com os clientes inadimplentes podem, e devem na verdade, descobrir o motivo do não pagamento. As razões da inadimplência vão de morte do cliente até a situação econômica do país, mas no meio do caminho disso tudo tem um leque de oportunidades para empresa melhorar outras áreas, mexer no que está ao seu alcance.

Para finalizar, vamos listar algumas razões de não pagamentos de títulos que podem ser solucionadas internamente, afinal toda inadimplência tem uma razão:

    • produtos entregues com defeito / com atraso;
    • clientes insatisfeitos com o atendimento;
    • serviço de cobrança recorrente sendo entregue com baixa qualidade;
    • cliente não recebeu o boleto, ou perdeu e não foi lembrado que precisaria pagar.

Como disse o especialista, Ricardo Veleirinho no CONACOB - Congresso Online de Crédito e Cobrança, realizado pela RDZ Sistemas em 2018 de forma completamente online: “Se a área de cobrança não efetuar seu trabalho com inteligência e continuidade a empresa poderá sofrer com a ausência de dinheiro em seu caixa e por muitas vezes não conseguirá honrar com os seus compromissos e dar continuidade na realização de novos projetos”.

Agora você já conhece os principais indicadores de cobrança e pode profissionalizar suas atividades nessa área.

Até a próxima!



Sistema de Cobrança


segunda-feira, 23 de dezembro de 2019

Como saber qual a inadimplência aceitável na sua empresa?

By Equipe CEDRUS - 23/12/2019

Em 2016 o Sebrae analisou as causas de fechamento de empresas abertas entre 2011 e 2012. A inadimplência dos clientes é a vilã de 6% dos encerramentos, bem como a falta de capital, culpada em 16% dos casos. Na mesma pesquisa foram levantadas possíveis soluções para evitar fechamentos tão prematuros: melhorar o planejamento do negócio salvaria 18% delas e ter uma gestão financeira mais eficaz, 13%.

Aliado a melhores práticas, a gestão financeira, e sobretudo de cobrança, salvaria do encerramento muitas empresas. Uma ferramenta útil que reúne essas duas esferas é o índice de inadimplência aceitável. Parece estranho, mas por mais que o ideal que esse número seja zero, ter uma margem de segurança diante da inadimplência pode trazer sustentabilidade e tranquilidade para o empresário. 

Mas, qual seria esse índice? É um número só para todas as empresas, varia de setor para setor da economia, como calcular? Algumas empresas, institutos e economistas até podem atribuir valores por área ou época do ano, porém, a melhor forma de descobrir o índice de inadimplência aceitável para sua empresa é analisando os dados da sua própria empresa. Afinal, acompanhar a inadimplência torna possível saber de fato o quanto os atrasos no pagamento impactam no caixa da empresa. 

Quando um cliente não paga o que deve para a empresa, essa passa a desempenhar a função de credora desse cliente, porém, seu trabalho não é esse. As empresas já possuem suas próprias atividades de investimento e risco, sem pagamento, ela pode deixar de honrar com suas obrigações, além de comprometer seu lucro, compromete o pagamento de contas, de funcionários, taxas e impostos, levando assim ao seu fechamento.

Por isso, saber o quanto sua empresa consegue aguentar sem receber tudo o que deve pode salvá-la. O primeiro passo é ter um planejamento financeiro com controle de pedidos,  compras, entradas de pagamentos, previsão de custos e inadimplência. 

Nossa sugestão é um acompanhamento da inadimplência que contemplem informações como:

    • Mês
    • Total de parcelas emitidas com vencimento no mês analisado
    • Valor pago (das parcelas com vencimento no mês analisado)
    • Não pagos até em até 30 dias e daí por diante 
    • Se for necessário analisar estes dados por perfil de clientes

Mas atenção, varia de setor e atividade o quando abordar o cliente e o quando ele é considerado de fato, inadimplente. No varejo e em alguns outros segmentos recomenda-se realizar esse acompanhamento por tempo de atraso, então:

    • Valores em aberto com menos de 30 dias de atraso
    • Valores em aberto de 31 a 60 dias de atraso
    • Valores em aberto de 61 a 90 dias de atraso
    • Valores em aberto com mais de 90 dias de atraso e assim por diante 

Cada um desses perfis de dívida leva a uma ação específica do seu time ou empresa contratada para cobrança. 

O mercado muitas vezes leva em consideração o período maior que 90 dias até 180 dias de atraso para efetuar o cálculo da inadimplência “aceitável”. 

A equação para calcular o índice de inadimplência da sua empresa seria: 

O valores com mais de 90 dias e menos de 180 dias de atraso somados / (dividido) pelo valor total de parcelas emitidas no mesmo período.

Basta multiplicar esse resultado por 100 e você terá o seu índice de inadimplência em porcentagem. Fazendo esse cálculo, na periodicidade desejada (semanal, mensal, trimestral) e analisando como está o fluxo de entradas e saídas da empresa no mesmo período, você elege qual taxa consegue suportar sem deixar de honrar com seus compromissos. 

Um exemplo:

  1. Total de títulos emitidos no período (*) = 200.000,00
  2. Títulos de 91 dias até 180 dias de atraso = R$ 6.000,00

=   2. Títulos de 91 dias até 180 dias de atraso (dividido por) / 1. Total de títulos emitidos

=   6.800 / 150.000 = 0,045

     0,045 X 100 = 4,5%

(*) Importante: essa análise deve ser efetuada de com títulos da mesma “safra”, ou seja,  por títulos com vencimento janeiro a junho sem pagamento / pelo valor total das parcelas emitidas destes mesmos vencimentos.

Além do índice de inadimplência este levantamento te ajuda a saber em qual faixa de atraso é necessário dedicar mais esforços para reduzir a inadimplência.

Pronto, agora você já sabe um pouco mais sobre a inadimplência aceitável.


Até a próxima!



Sistema de Cobrança


quinta-feira, 21 de novembro de 2019

Quais são os principais motivos da inadimplência?

Quais são os principais motivos da inadimplência?
By Equipe CEDRUS - 21/11/2019

A primeira vista a inadimplência é enxergada como uma falta de responsabilidade por parte do devedor. Porém, ao investigar melhor as causas da falta de pagamento, notamos que uma série de fatores, além da responsabilidade, influenciam este fenômeno.

Alguns fatores acabam por abalar as estruturas da organização financeira, culminando numa verdadeira avalanche de inadimplentes. Segundo a Serasa Experian, em levantamento de 2017, os principais motivos que levam o brasileiro à inadimplência estão divididos em: 




Entender o momento em que nossos clientes estão é determinante para escolher a melhor estratégia de cobrança, quiçá de venda!  Vamos abordar melhor cada uma dos motivos que arrastam as pessoas e empresas para inadimplência. Se você quiser saber mais sobre como as vendas podem ajudar na redução da inadimplência, leia este texto aqui em nosso blog.


1. Redução de renda/receita


No caso de pessoas físicas, uma mudança de emprego onde se paga menos, ou uma demissão pode desestruturar uma família que não tenha uma reserva para emergências. No caso de empresas, a perda de um cliente grande pode diminuir a receita desta empresa de uma mês para o outro. Por isso, para manter sua sobrevivência as pessoas e as companhias precisam escolher como gastar o dinheiro e, depois de equilibrar o estilo de vida com a nova renda, ou arrumar outra fonte de renda, priorizar quais dívidas vai pagar primeiro e quais vai negociar. A Serasa orienta os consumidores em situações assim para que priorizem os pagamentos deixando por último os que supostamente podem ser renegociados ou pagos com atraso. Com essa informação, nós, profissionais de cobrança temos que ter em mente como abordar e que estratégias usar para reaver estes valores. Principalmente se nossa atividade não for prioritária para nossos clientes, caso ela não seja qual será a minha estratégia para não ser o último da fila na lista de prioridades.


2. Adversidades da vida


Mais ou menos como no primeiro caso, da diminuição de renda, atrasos nos salários, emergências médicas e até falecimentos de familiares podem desestabilizar o orçamento de famílias. São fatores que na maioria das vezes fogem do controle dos consumidores e eles precisam arcar com esse prejuízo, deixando em segundo plano outras contas. Por outro lado, há maneiras de organizar o orçamento para amortecer esse tipo de despesa, como ter uma reserva de emergência que corresponda a alguns meses de salário. Assim que o patrão voltar a pagar, o empregado repõe a reserva. A mesma lógica para despesa médicas e funerárias, paga-se a conta com a reserva e depois que tudo voltar ao normal, repõe-se a reserva. Além disso, cuidar da saúde de uma maneira geral é uma boa alternativa para não ter despesas médicas com si mesmo de forma abrupta.


3. A não educação financeira e o descontrole com as despesas


Possuir bens é um sinal de status. Isso está em toda a sociedade e é um valor alimentado por muitos anos. Muitas pessoas estão tentando dissociar sucesso de posses na vida, mas enquanto isso não acontece, muitas pessoas se encantam com o canto da sereia do consumismo. Assim, acumulam bens materiais e, claro, dívidas. Não podemos negar que ter uma casa própria é um sonho antigo e muito válido, mas é importante ter em vista um planejamento para alcançar este e outros sonhos. A empresa que vende ou presta algum serviço deve estar preparada para esta “falta” de planejamento e montar uma boa estratégia para ter um % saudável de inadimplência, já que ela vai existir.

Associado à este valor de “ter para ser”, está a cultura de que falar em dinheiro é tabu. Isso dificulta que as pessoas tenham uma educação financeira. Pais não falam de dinheiro com os filhos, adultos não admitem que tem problemas financeiros para seus/suas companheiros/as e ai sim temos uma bola de neve de dívidas e desinformação. Os três casos que listamos acima poderiam ser substituídos somente por esse item se no Brasil estivéssemos mais acostumados a discutir sobre dinheiro, e não por dinheiro.

Uma educação financeira mune a pessoa de ferramentas para lidar com um desemprego, construindo uma reserva de emergência ou sabendo como investir para ter uma nova posição no mercado de trabalho. A educação financeira evita que consumidores entrem em descontrole ao cuidar de suas vidas de forma que caibam dentro de seus salários, sem usar o limite de crédito como uma segunda renda. Além disso, sabendo onde alocar o dinheiro recebido (despesas fixas, extraordinárias e investimentos) este consumidor dificilmente passa apertos e contrai dívidas, pois ele sabe até onde pode ir e tem uma segurança, caso seja surpreendido pela vida. Uma opção é também trazer dicas de educação financeira para os seus clientes.


4. Nome emprestado


Algumas pessoas literalmente enxergam o limite do cartão de crédito, empréstimos e bônus esporádicos como uma segunda renda frequente e segura. Por isso, estão mês após mês e ano após ano presas em empréstimos e juros. Em alguns casos, a negativação de nomes de mal pagadores às vezes até ajuda a deixar consumidores descontrolados com menos dívidas. Porém, é um hábito usar o crédito e para muitas pessoas com as finanças bagunçadas, uma necessidade. A alternativa é pedir empréstimos no nome de terceiros, o famoso “emprestar o nome”. Segundo pesquisas da Serasa 4 em cada 10 brasileiros já adotaram a prática para fazer algum tipo de empréstimo. O processo é informal, logo, o devedor que já não pagava as próprias dívidas usa da flexibilidade de ter pedido emprestado para amigos ou familiares para demorar ainda mais para quitar as dívidas ou mesmo deixar de pagá-las. Como especialistas em cobrança temos que ter em mente que nem sempre a pessoa para quem ligamos é a real devedora nessa história.


5. Ruído na comunicação cobrador-devedor


Para encerrar nossa lista, mais um fator que não necessariamente está nas mãos dos devedores: a cobrança. Por mais que as pessoas sejam adultas e façam negócio gozando de todas as faculdades mentais, é boleto que não acaba mais e no agito do mês pode ser que um seja esquecido, perdido ou simplesmente não chegue. Se a empresa que recebe esse pagamento não identificar logo que não foi pago e notificar o cliente com rapidez, este fica inadimplente sem nem ter percebido. Neste item um fator importante é segmentar as estratégias de cobrança para separar a inadimplência real de um esquecimento com ações preventivas e colocar mais energia no combate à primeira. Um setor organizado de cobrança faz a diferença para não crescer o bolo da inadimplência no Brasil.


Agora que você já sabe um pouco mais sobre os motivos da inadimplência, vamos desenhar estratégias mais eficazes e empáticas de cobrança?

Saiba mais: Retrato da Inadimplência em 2018: um perfil por segmentos, aging, região e classe social


Até a próxima!



Sistema de Cobrança


quinta-feira, 10 de outubro de 2019

Dívidas caducam ou não?

By Equipe CEDRUS - 10/10/2019

Entre nossos clientes, existem empresas que fazem exclusivamente cobrança e utilizam o Cedrus para organizar o fluxo de trabalho, e existem setores de cobrança em empresas de ramos diversos, mas que necessitam de um apoio e automatização que somente nosso sistema de cobrança pode proporcionar.

Por isso, trouxemos para o nosso blog um tema que gera dúvidas e pode mudar completamente a estratégia de cobrança quando as empresas e equipes têm consciência dos mitos e verdades envolvendo dívidas.

Afinal, dívidas caducam? 

O verbo caducar tem dois significados: 1. envelhecer e 2. tornar-se antigo, obsoleto. É nesse significado - obsoleto - que começa a confusão. A dívida não caduca, nunca. Até ser paga, essa pendência acompanha o devedor até depois da morte. Quem nunca ouviu aquela expressão “Não deixou nada para a família, só dívidas” ou sua antítese “Não deixou nem dívidas”?

Pois é, o que caduca na verdade é a negativação do nome do devedor em instituições de proteção ao crédito (Serasa, SPC e Boa Vista).

E essa negativação do nome do devedor dura cinco anos - daí a confusão, provavelmente. Após cobrada formalmente, se a dívida não for paga, o credor pode pedir a inclusão do nome do devedor no banco de dados de instituições de proteção ao crédito. A dívida não sendo paga, o nome fica “sujo” por até cinco anos. Depois deste prazo os órgãos de proteção ao crédito baixam a dívida do sistema, mas ela ainda é válida e a empresa pode cobrá-la, com o nome do consumidor “limpo”.

Já com títulos públicos, a regra é diferente. Caso o cidadão seja comunicado que deve algo (contas atrasadas, multas, etc) e não honre com isso, fica por cinco anos no cadastro de dívida ativa com o governo (nas instâncias municipais, estaduais e federais). Após este período de inadimplência, a dívida com o governo, de fato, caduca. 

Uma outra confusão acontece com o termo prescrever, que em Direito, prescrição é a perda do prazo para o exercício do direito de ação, ou seja, o credor não tem mais o direito de entrar com ação judicial contra o devedor porque perdeu o prazo limite para isso. Mas, isso também não significa que os valores não são mais devidos.  

Durante o 1º CONACOB (Congresso Online de Crédito e Cobrança) de 2018, Dori Boulcaut, especialista em Direito do Consumidor e do Fornecedor listou dúvidas que ajudam a desconstruir esse mito da Dívida Caducada na área de cobrança, confira: 


1. Diante de uma inadimplência, o credor pode negativar o nome do devedor no dia seguinte ao vencimento da cobrança?

Não. Uma das leis que rege o funcionamento dos bancos de dados de instituições de proteção ao crédito - as responsáveis por de fato “sujar o nome” de mal pagadores -  é o CDC (Código de Defesa do Consumidor). Segundo o CDC, antes de ser negativado, esse consumidor deve ser avisado por escrito dez dias antes da inclusão de suas informações no Serasa, SPC, Boa Vista ou similares. “Exatamente para dar ao devedor a chance de tomar conhecimento desta cobrança. As vezes ele até já pagou e por uma questão de falha de sistema ou envio de cobrança, a empresa não recebeu o pagamento, ou ele deu o dinheiro para alguém pagar e essa pessoa não efetuou o pagamento, sem ele saber. Ele agiu de boa fé e nunca ficou sabendo”, explica Boucault.

Inclusive, negativar o consumidor por uma dívida paga pode ser prejudicial para o credor, que terá que devolver em dobro os valores pagos em duplicidade pelo consumidor. Segundo o CDC, no artigo 42, Parágrafo único: “o consumidor cobrado em quantia indevida tem direito à repetição do indébito, por valor igual ao dobro do que pagou em excesso, acrescido de correção monetária e juros legais, salvo hipótese de engano justificável”.

“Essa é a chamada repetição do indébito. Por exemplo, o devedor tem uma dívida de 100 reais, porém o comerciante cobra 120,00. O devedor então pode pedir que por danos o recebimento do dobro do valor cobrado a mais, ou seja, 40 reais”, explica Boucault.

Quando notificado de sua dívida, o devedor tem, usualmente, de 10 a 15 dias para pagar esse débito ou provar que já foi pago antes de ser negativado.


2. O credor pode coagir o consumidor a pagar sua dívida? Ligar em horas inapropriadas ou em seu ambiente, aparecer em sua residência, deixar recados com seus colegas de trabalho ou familiares?

Não. A não ser que ele queira ser processado, e além de não receber o que espera, gastar mais com advogados. O Código Civil proíbe que o devedor seja submetido a qualquer constrangimento ou vexame. O CDC, no artigo 42 diz: “Na cobrança de débitos, o consumidor inadimplente não será exposto a ridículo, nem será submetido a qualquer tipo de constrangimento ou ameaça”. Além de não expor o consumidor, é importante nas comunicações deixar um contato (telefone, endereço, e-mail) para que este possa procurar seu credor a fim de liquidar a dívida.


3. Depois de 10 anos a dívida prescreve mesmo que o credor tenha entrado com o processo na justiça?

Não. Quando um credor abre um processo na Justiça para reaver os valores não pagos, a dívida não perde sua validade, podendo ser cobrada até que o caso seja resolvido. Como já falamos o que “caduca” é a inclusão do nome em banco de dados de proteção ao crédito, em cinco anos.


4. Caso a dívida prescreva para entrada de ação judicial, sem que o credor entre na Justiça para cobrá-la, ele poderá colocar o nome do cliente novamente no cadastro de inadimplentes?

Não. Após a prescrição, ou seja, o prazo para se cobrar a dívida na Justiça, o credor não pode fornecer ao SPC ou ao Serasa qualquer informação que possa impedir ou dificultar novo acesso ao crédito pelo consumidor. Isso porque não se pode cobrar duas vezes a mesma dívida: “É diferente se, por acaso o credor cobra a dívida, o consumidor faz um acordo com ele de pagar em, por exemplo, 30 parcelas. Assim que a primeira for paga, pela lei, em no máximo 5 dias o nome do devedor deve sair do cadastro. Se o consumidor não honrar com as parcelas seguintes, essa dívida pode voltar ao banco de dados”, exemplifica Boucault.

Vale dizer que, se a cobrança da dívida que o credor tem direito for parar na Justiça, o devedor deverá pagar a dívida e os custos do processo. O que foi gasto pelo credor para ter os valores de direito recebidos.


5. Após a dívida prescrever, ela deixa de existir?

Não. O credor perde o direito de cobrá-la na Justiça, mas ainda poderá cobrar de outras formas, ainda assim, seguindo as regras do CDC. Também não é possível negativar o nome de um devedor com a dívida feita há mais de cinco anos. Mas ainda assim, é possível cobrá-la.


6. O único jeito de reaver valores pagos é negativando o nome de devedores?

Não. Existem outras maneiras, como:


>  Estratégia de cobrança formal (e-mail, telefone, carta)

Assim que passar de um dia do vencimento e o consumidor não tiver pago, o credor pode já iniciar sua estratégia de cobrança, antes mesmo de entrar com ações ou notificar o consumidor sobre negativação de seu nome.

Os credores que tomam ações em até dez dias após o vencimento, tem 60% mais chances de receberem o que é devido por seus clientes. Se for começar o trabalho de cobrança com 30 dias de cobrança vencida, a taxa de sucesso nessas ações varia entre 20% e 40%.

Depois desse prazo, o credor pode ter que lidar com os custos de uma empresa de cobrança profissional. E esta empresa, usualmente, vai cobrar o valor da dívida exatamente (já com juros, multa) e tirar deste valor sua comissão. A dívida não pode ser aumentada para comportar o valor do serviço da empresa de cobrança, contudo, há contratos que permitem a adição de correção monetária e honorários.


>  Estimular o pagamento amigavelmente

Sabendo que a dívida não caduca, pode-se promover campanhas de pagamento ressaltando que para o consumidor não vale a pena seguir a vida com esse valor em débito. Os credores podem chamar seus clientes para vir a sua loja/empresa e assim cobra-los amigavelmente.

Quebrados estes mitos, você está pronto para definir boas estratégias de cobrança para as dívidas ativas, prescritas e bem antigas dos seus clientes!


Até a próxima!



Sistema de Cobrança


quarta-feira, 18 de setembro de 2019

Configure seu e-mail no CEDRUS

Configure seu email no CEDRUS sistema de cobrança
By Equipe CEDRUS - 18/09/2019

Se você já é cliente do nosso sistema de cobrança, você já sabe que é possível cadastrar o seu e-mail e enviar as suas mensagens diretamente pelo CEDRUS, aumentando a sua agilidade e assertividade no processo de cobrança. 

Criamos um tutorial simples para que você efetue a configuração do seu e-mail no CEDRUS de forma fácil e rápida. Acompanhe:

Primeiro, logue no Sistema acesse Menu Configurações / Cadastros / Configuração de e-mail.

Nesta tela você pode escolher se vai utilizar o servidor do CEDRUS ou seu próprio servidor de e-mail para disparar as mensagens: 



Conheça a diferença entre as duas opções:

Enviar os e-mails através de sua conta pelo servidor do Cedrus


Nesta opção o e-mail é enviado pelo servidor do CEDRUS, com o endereço de e-mail da sua empresa.

Porém, nesta modalidade, o cliente não fica com uma cópia da mensagem em sua caixa de saída, como aconteceria se ele tivesse enviado pelo seu Outlook, por exemplo. Isso acontece porque nós não temos acesso a essa caixa de e-mails, ela e somos apenas um mensageiro.

Para usar o servidor do CEDRUS basta configurar o endereço de e-mail e o nome da empresa, conforme a tela abaixo.





Esse formato é mais fácil, pois os clientes do CEDRUS não precisam fornecer mais informações técnicas do que isso para enviar suas mensagens.

Quero utilizar minha própria conta de e-mail e servidor


Esse é opção é utilizada quando o cliente escolhe enviar os e-mails pelo servidor da própria empresa, porém usando a interface do CEDRUS.

Neste caso, é necessário fazer um cadastro um pouco mais completo no CEDRUS, com as informações referente a Servidor SMTP, Porta, e-mail, senha e protocolo de segurança (da mesma forma que é feito no Outlook).





Neste modelo, os e-mails enviados pela nossa ferramenta ficam registrados também na sua caixa de saída. Mas lembre-se que se o seu servidor (UOL, Google, Locaweb, Kinghost, Hostgator, etc) pode limitar a quantidade de e-mails enviados por dia e seus envios ultrapassar este número, é possível que as mensagens excedentes não sejam enviadas e sua conta fique bloqueada.

Veja abaixo a lista das configurações para os principais servidores de e-mail utilizados no mercado:

Gmail 

Servidor SMTP: smtp.gmail.com
Porta: 587
Endereço de e-mail: coloque seu endereço de e-mail
Nome da Empresa: digite o nome de sua empresa
Usuário (login): é o próprio endereço de e-mail utilizado acima
Senha: informe a senha do seu e-mail
Segurança: SSL

Além disso, é necessário alterar algumas configurações de sua conta no Google:

1) Dentro do painel do Gmail, acesse Configurações / Encaminhamento e POP/IMAP:





2) Acesse o endereço https://www.google.com/settings/security/lesssecureapps e deixe selecionada a opção Ativar:

3) Acesse o endereço https://g.co/allowaccess e clique no botão continuar:

UOL 

Servidor SMTP: smtp.suaempresa.com.br (substitua os dizeres "suaempresa" pelo seu domínio)
Porta: 587
Endereço de e-mail: coloque seu endereço de e-mail
Nome da Empresa: digite o nome de sua empresa
Usuário (login): é o próprio endereço de e-mail utilizado acima
Senha: informe a senha do seu e-mail
Segurança: AUTOMÁTICO

Yahoo 

Servidor SMTP: smtp.mail.yahoo.com
Porta: 587
Endereço de e-mail: coloque seu endereço de e-mail do Yahoo
Nome da Empresa: digite o nome de sua empresa
Usuário (login): é o próprio endereço de e-mail utilizado acima
Senha: informe a senha do seu e-mail
Segurança: SSL

Kinghost 

Acesse seu Painel de Controle e na aba KingMail clique em SMTP Internacional. Depois clique no botão "Ativar".
Servidor SMTP: smtpi.suaempresa.com.br  (substitua os dizeres "suaempresa" pelo seu domínio)
Porta: 587
Endereço de e-mail: coloque o e-mail de sua empresa que deseja utilizar
Nome da Empresa: digite o nome de sua empresa
Usuário (login): geralmente é o próprio endereço de e-mail utilizado acima
Senha: informe a senha do seu e-mail
Segurança: AUTOMÁTICO

Hotmail 

Servidor SMTP: smtp.live.com
Porta: 587
Endereço de e-mail: coloque seu e-mail
Nome da Empresa: digite o nome de sua empresa
Usuário (login): é o próprio endereço de e-mail utilizado acima
Senha: informe a senha do seu e-mail
Segurança: SSL

Infolink 

Servidor SMTP: msai.infolink.com.br (smtp específico para hosts internacionais)
Porta: 587
Endereço de e-mail: coloque seu e-mail
Nome da Empresa: digite o nome de sua empresa
Usuário (login): é o próprio endereço de e-mail utilizado acima
Senha: informe a senha do seu e-mail
Segurança: AUTOMÁTICO

Locaweb 

Servidor SMTP: smtp.suaempresa.com.br (substitua os dizeres "suaempresa" pelo seu domínio)
Porta: 587
Endereço de e-mail: coloque seu e-mail
Nome da Empresa: digite o nome de sua empresa
Usuário (login): é o próprio endereço de e-mail utilizado acima
Senha: informe a senha do seu e-mail
Segurança: AUTOMÁTICO

Microsoft Exchange do Office 365 

Servidor SMTP: smtp.office365.com
Porta: 587
Endereço de e-mail: coloque seu e-mail
Nome da Empresa: digite o nome de sua empresa
Usuário (login): é o próprio endereço de e-mail utilizado acima
Senha: informe a senha do seu e-mail
Segurança: SSL


Pronto agora você sabe como configurar o seu e-mail em nosso sistema de cobrança. Aproveitando que o tema é envio de e-mail veja o texto que preparamos sobre “Como evitar que sua mensagem por e-mail vá para o spam do seu cliente”.

Até mais,



Sistema de Cobrança


terça-feira, 10 de setembro de 2019

Novidade: Tratamento do retorno de SMS

by equipe CEDRUS - 09/09/2019

Temos mais um novidade que vai deixar o seu processo de cobrança ainda mais eficiente. A partir de agora é possível tratar os SMSs dos seus clientes. Se um cliente responder algum dos SMSs enviados por você, no CEDRUS, será possível dar um tratamento para esta resposta.

Veja como funciona esta nova funcionalidade:

Um vez no sistema acesse o Menu Cobrança / clique em Retorno de SMS e depois escolha Liberação, conforme a tela abaixo:




 Na tela de “Liberação” será possível pesquisar as respostas por credor, status e data, visualizar as mensagens recebidas e decidir quais delas devem ser aprovadas para seguir para a tela de “Mensagens”, que permite continuar a interação com o devedor. Nesta tela também é possível reprovar a resposta e desta maneira ela não ficará disponível para a equipe continuar a conversa.



Depois de aprovar ou reprovar as mensagens recebidas acesse a tela de “Mensagens” para responder as mensagens aprovadas acesse o Menu Cobrança / Retorno de SMS e depois clique em “Mensagens”.

A partir desta tela será possível dar continuidade à conversa com o devedor. Para isso clique em "pesquisar" para visualizar todas as mensagens que foram aprovadas na tela de liberação, ou use os filtros disponíveis para escolher uma data específica: credor, devedor ou status.

Clique em "Exibir" para visualizar a mensagem e enviar uma resposta. Após o envio das mensagens clique em "Finalizar Conversa".


Se você também quiser copiar, marcar como válido, inválido ou desfazer uma destas ações clique no telefone que está disponível na primeira coluna antes do nome do devedor. Este é um bom momento para atualizar a cadastro já que a ação de envio de SMS gerou um retorno.

Importante: cada SMS recebido e respondido será cobrado com o valor de SMS que você tem hoje em seu contrato.

Caso você prefera liberar todos as mensagens recebidas sem fazer filtro na tela de “Liberação” e enviá-las diretamente para a tela de “Mensagem” também é possível: basta escolher esta opção no Menu que fica na lateral direita e clicar em “Dados da Empresa”, conforme abaixo:




Nesta tela também é possível parametrizar se o operador que enviou o SMS deve receber uma notificação que chegou um resposta para que ele mesmo possa dar retorno e/ou escolher um operador específico para receber estas notificações.


Veja o modelo de notificação que será enviado:




Com estas novas ferramentas ficou mais fácil fechar negociações e melhorar a performance de contatos também por SMS.


Aproveite!


Sistema de Cobrança


quinta-feira, 8 de agosto de 2019

Como evitar que sua mensagem por e-mail vá para o spam do seu cliente

Como evitar que sua mensagem por e-mail vá para o spam do seu cliente
By Equipe CEDRUS - 08/08/2019

Uma das formas mais eficazes e baratas de cobrança é o e-mail. Simples, fácil, praticamente sem custo para envio, fica registrada a tentativa de contato e tem menos chances de constranger o cliente devedor ao cobrá-lo por este meio. Contudo, se o e-mail não for bem pensado, escrito e enviado de forma correta, o tiro sai pela culatra e sua mensagem fica esquecida na caixa de spam do seu cliente. A dívida aumenta e você perdeu uma valiosa forma de contato com o seu cliente. 

Por isso, hoje vamos falar sobre algumas práticas para que seus e-mails tenham mais assertividade no envio e aumente as chances de seu cliente receber e abrir a mensagem.


1. Lista de contatos atualizada e proprietária


Para que a entregabilidade dos seus e-mails seja cada vez melhor é importante que o seu mailing tenha sido coletado por você (ou pela sua empresa) e que essa coleta tenha sido transparente, ou seja, que o cliente/devedor tenha sido avisado que poderia receber contato pelo e-mail informado.

Quando as pessoas recebem muitos e-mails com propagandas e promoções, eles possuem a opção de clicar em um link no final da mensagem que diz “sair da lista”, ou mesmo sinalizar a mensagem como “spam” em sua caixa de entrada. Isso faz a reputação de quem dispara esse e-mail cair perante aos provedores do e-mail, comprometendo o envio de futuras mensagens, inclusive as de cobrança.


2.  Cuidado com as palavras e com o assunto do seu e-mail


Por mais que os serviços de envio de mensagem liberem letras maiúsculas, pontuação e caracteres infinitos no assunto dos e-mails, usar todos estes recursos não é uma boa prática para o envio de e-mails. Os assuntos devem ser sucintos e não possuir palavras apelativas como “compre”, “grátis”, “sua empresa”, “$$$”, "Aproveite", "Preços / Valores”, muitos pontos de exclamação e interrogação. 

Mesmo no corpo do e-mail -  e neste caso e-mails feitos em HTML e equilibrando a quantidade de texto e imagens  - as palavras devem ser bem pensadas. Muitos pedidos de “clique”, “encaminhe”, “assine”, etc, fazem o provedor do destinatário “protegê-lo” do seu e-mail, achando que se trata de um potencial spam, mesmo que sua mensagem de fato seja muito importante: a regulação de uma pendência financeira.

Portanto, tome muito cuidado com as palavras usadas no assunto e no corpo do email.


3. Configure sua identidade no disparador de e-mails escolhido


Seja o CEDRUS ou qualquer outra ferramenta para disparo de e-mails, é importante que o remetente das mensagens (seunome@suaempresa.com.br) seja um endereço válido. Existe uma tecnologia chamada Sender Policy Framework, ou somente SPF, que visa combater o envio não autorizado de mensagens em nome de um determinado domínio. O SPF cruza as informações de domínio, IP e provedor do destinatário para ter certeza de que este envio é da sua empresa mesmo.

Agora que você já sabe como deixar seus e-mails menos spammers, vamos entender a diferença entre enviar os e-mails pelo CEDRUS ou pelo seu provedor de e-mails normal.


Enviando pelo servidor da RDZ (detentora do CEDRUS), com o endereço de e-mail da sua empresa 


Para usar o servidor da RDZ basta configurar o remetente e o destinatário dentro do sistema. Esse formato é mais fácil, pois os clientes do CEDRUS não precisam fornecer mais informações técnicas do que isso para enviar suas mensagens.

Porém, ao utilizar nosso servidor, o cliente não fica com uma cópia da mensagem em sua caixa de saída, como aconteceria se ele tivesse enviado pelo seu Outlook, por exemplo. Isso acontece porque a RDZ não tem acesso a essa caixa de e-mails, ela é apenas a mensageira.



Enviando e-mails por meio do servidor da sua empresa 


Assim como na modalidade anterior, enviar os e-mails de cobrança direto do CEDRUS é um diferencial de nosso sistema, que vincula o disparo de e-mails à régua de cobrança, aumentando a agilidade e assertividade da operação. 

Para usar seu próprio servidor é necessário fazer um cadastro um pouco mais completo no CEDRUS, com as informações referente a Servidor SMTP, Porta, e-mail, senha e protocolo de segurança (da mesma forma que é feito no Outlook). 

Neste modelo, os e-mails enviados pela nossa ferramenta ficam registrados também na sua caixa de saída, mas lembre-se que se o seu servidor (UOL, Google, Locaweb, Kinghost, Hostgator, etc) pode limitar a quantidade de e-mails enviados por dia e seus envios ultrapassar este número, é possível que as mensagens excedentes não sejam enviadas e sua conta fique bloqueada.




Agora você já sabe algumas estratégias que vão te ajudar a evitar que seus e-mails de cobrança fiquem presos na caixa de spam. Se quiser saber ainda mais, confira os links a seguir.

Até a próxima!


_______

Uolhost lista palavras que devem ser evitadas em e-mails
https://uolhost.uol.com.br/ajuda/content/quais-sao-as-expressoes-que-devem-ser-evitadas-para-que-uma-mensagem-de-e-mail-marketing-nao-seja-pontuada-como-spam

Este infográfico testa se a sua lista de e-mails é segura para o envio de mensagens por sua empresa
http://bo.e-goi.com/images/infographics/spammer-infographic.gif


Sistema de Cobrança



Copyright © RDZ Sistemas - Sistema de Cobrança
Bloggertheme9