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quinta-feira, 4 de agosto de 2022

Os mitos e verdades sobre Score

 

By Equipe CEDRUS - 04/08/2022


A palavra score significa "nota" em português. É mais um termo na língua inglesa que foi incorporado ao uso em português. O score é um número. Uma nota. Uma classificação que entidades de proteção ao crédito atribuem aos consumidores de acordo com o comportamento deles no mercado. Quanto maior o score, menos chance do cliente ficar inadimplente, quanto menor, maior a chance.

Quando lojas verificam o score dos clientes antes de lhes vender algo, elas estão checando se no passado recente este consumidor foi bom ou mau pagador. Mas, o que significa ser um bom ou mal pagador? 

O score é um recorte de um momento da vida dos clientes. Se uma dívida antiga prescrever sem ser paga, o score do cliente com o tempo vai subindo - contanto que ele não adquira novas dívidas, claro. O que não significa que ele irá pagar a dívida que "caducou".

Em uma sociedade populosa e super digitalizada, ​​parâmetros como o score são importantes balizadores. Querendo ou não, atualmente, pessoas podem ser resumidas em números. Assim como seus hábitos e consumo e comportamento podem ser coletados, tabelados e analisados na rede. O mesmo vale para empresas, afinal, o score não é exclusivo para CPFs, CNPJs também podem ser consultados antes de receberem crédito na praça! 

Ter um bom score faz diferença na hora de fechar negócios e conseguir crédito, taxas diferenciadas e na tomada de decisões. Por isso, confira alguns mitos e verdades sobre essa ferramenta de análise antes de sair pedindo ou concedendo crédito por ai: 


1. Assim que a dívida for quitada, o  score do consumidor sobe automaticamente?

Não. Os sistemas das entidades de proteção ao crédito são frios. Isso quer dizer que eles são programados para levar um tempo para "confiar" novamente naquele cliente. Ele precisa entender - baseado em longos períodos de acompanhamento e análise -  que o cliente está apto novamente a fazer uma dívida e paga-la. Até para prever um suposto golpe!

 
2. Minha empresa é muito jovem, ou eu sou um consumidor jovem, meu score é ruim?

A ausência de dados pode sim atrapalhar nesse caso. Como o score se baseia no comportamento financeiro ao longo do tempo, se o cliente não tem movimentação financeira nenhuma, não há muito o que avaliar, o que compor seu score. Nesses casos, o sistema começa com o risco mínimo até entender se a pessoa (ou empresa) está apta para comprar crédito.


3. CPF ou CNPJ na nota fiscal, aumenta o score?

Não, isso é um mito. Os sistemas da Secretarias da Fazenda e de score não estão interligados neste nível.

 
4. Se uma dívida que contraí prescreveu, isso tem influência no score eternamente?

Não, seu score não vai viver em função de uma dívida que foi prescrita, a não ser que você tente comprar crédito no dia seguinte à prescrição. Neste caso o sistema pode considerar um golpe. Passado o tempo da prescrição é como se sua vida entrasse em outra fase, sem essa pendência. 


5. Tenho um salário alto hoje em dia, meu score acompanha essa evolução?

Não. Pagar dívidas em dia está mais relacionado com comprometimento do que com salários altos. O score não está ligado a renda e sim ao que é feito dela. Se o objetivo é  crescer o  score, deve-se pagar em dia os compromissos! A constância diz mais que valor aqui. 

Se você gosta deste assunto, não deixe de assistir a palestra "Protesto e negativação em cadastros de restrição ao crédito" com Fabianny Tavares - Gerente de Contas e novos negócios da Consulta e Crédito. Essa aula que inspirou este texto! 


Até a próxima! 



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